Mensagem – 140/2025 Tema – A QUARTA PÁSCOA.
Amados Filhos da Luz.
Durante nossos trabalhos na Páscoa de 2011 algo ficou profundamente nítido, a jornada rumo à 3ª Páscoa, hoje a quarta Páscoa, sendo necessário realizarmos reflexões sobre Páscoa e seus desdobramentos. Agora vamos demonstrar a verdadeira primeira Páscoa.
No ano do Grande Salto, 2025, será revelada a Páscoa que antecede a todas, cabe apresentar a primeira Páscoa, logo são quatro Páscoas, e acrescentar algo mais nas demais.
– Primeira Páscoa –
Em tempos muito antigos, a cerca de 2,5 milhões de anos humanos, ocorreu a reunião das tripulações de três naves de transporte e pesquisas. Cada uma com cerca de 2200 Seres de Luz, 230 mil seres com ausência de Luz e as fagulhas divinas de quatro planetas. Tratava da Missão Criação de Seres de Luz e Regeneração de seres com ausência de Luz.
Os líderes da Missão, Ashrum e Ahcra, e os líderes de cada nave: Arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel, e suas respectivas esposas.
Na partida, ocorreu a reunião de todos os Seres de Luz envolvidos na Missão e o Conselho de Luz da Galáxia. Era uma missão extremamente planejada e repleta de incertezas, cujos resultados deveriam gerar Seres de Luz capacitados e trazer de volta nossos Irmãos em trevas. Foi a partida para o deserto, deixando nossos lares e avançando rumo ao desconhecido, a busca pela Terra prometida.
A desolação dos tempos em trevas, sempre em meio à todas as incertezas, tinham a fé na busca da purificação da verdadeira Luz. Perseguidos por frotas de seres em trevas, avançaram, simplesmente avançaram, planeta após planetas… finalmente chegando à Terra, a qual preparada durante 2,5 milhões de anos, com a vida começando à cerca de 850 milhões de anos.
Essa foi a primeira Páscoa, a primeira passagem, da escuridão para a Luz, da morte para a vida, das trevas para a Luz, certos da perfeição do Criador.
– Segunda Páscoa –
A chegada de Abraão em Canaã, cerca de 1850 a.C. (Gn 12) dá início à jornada que levaria o povo de Israel ao Egito, e seu descendentes à segunda Páscoa.
Os Judeus se configuravam como um povo simples e em número relativamente pequeno, crente no Deus uno, diferente do Egito que adorava a diversos Deuses, entre eles o próprio Faraó. A narrativa bíblica nos traz a caminhada de Israel, em especial a história de José no Egito, quando ocorreu a migração da família de Jacó, cerca de setenta pessoas, promovida pela fome em Canaã e pela gratidão do Faraó para com José. José interpretou o sonho do Faraó e preparou o Egito para sete anos de vacas magras, dessa forma evitando a miséria e a fome no país.
O povo de Israel se manteve em suas crenças e unidade em torno de Deus. “Os filhos de Israel foram fecundos e se multiplicaram, tornando-se cada vez mais numerosos e poderosos, a tal ponto que o país ficou repleto deles. (Êxodo 1).
Com o cenário de um povo se desenvolvendo e crescendo em solo do Egito, provoca no novo governante e no poder sacerdotal o incômodo que leva à opressão. Moisés, filho de Israel e protegido da realeza, conhece a opressão em seu povo e fatos agravantes o obrigam a se retirar para longe do domínio do Faraó.
Moisés estava com o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Madiã, chegando à Horeb, a montanha de Deus. O Anjo de Iahweh lhe apareceu numa chama de fogo, do meio da sarça ardente, Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia, …, E Deus o chamou do meio da sarça ardente: “Moisés, Moisés.” Este respondeu: “Eis-me aqui.” Ele disse: não te aproximes daqui, tira as sandálias dos pés porque o lugar em que estás é a terra santa.” Disse mais: Eu sou o Deus de teus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó ” …(Êxodo 3, 1-6). Se inicia neste diálogo a jornada para a segunda Páscoa.
O povo de Israel foi perseguido pelo incômodo e medo, provocado pelo poder religioso egípcio e pelo próprio Faraó. Ao retornar ao Egito, Deus fala a Moisés, que os que atentavam contra a vida dele estavam mortos (Êxodo 4-19).
Retornando ao Egito, estava no trono de Faraó Ramsés II (Reinou entre aproximadamente por 90 anos, até 1213 a.C.). A jornada da saída do Egito passa pelas dificuldades antecipadas por Deus à Moisés, levando às sete pragas do Egito, ao final, à morte do primogênito de cada família, especialmente as casas não tivessem o sinal com sangue do cordeiro, ocorrendo a morte do filho mais velho, entre eles o filho do Faraó. Na noite que antecedeu a morte dos primogênitos, Moises orientou aos judeus sobre o abate do cordeiro e colocasse o sangue na porta de entrada; e comessem pão ázimo e ervas amargas.
Páscoa, do hebraico Pessach, significa passagem; nessa segunda Páscoa a passagem da escravidão para a liberdade. Escravidão do físico e do mental, liberdade de estar em sua terra, nela construir sua casa, gerar seus filhos, plantar e alimentar sua família e louvar a Deus. Liberdade para pensar e ter suas Leis e rumos. Não foi uma jornada fácil até a terra prometida, a saída do Egito foi mais fácil que esta jornada. Comer o pão ázimo e ervas amargas, traduz mais que os dias de escravidão, são os dias de labor e força de vida, o pão do deserto e as ervas que alimentam na adversidade.
Esta Páscoa é a passagem da escravidão para a liberdadefísica, mental e da fé do povo de Israel.
– Terceira Páscoa –
Esta Páscoa têm início com o Rei Davi, nascido por volta de 1040 a.C., e sua morte em 970 a.C., reinou sobre Judá de 1010 a 1003 a.C., e sobre o reino unificado de Israel de 1003 a 970 a.C., trata da dinastia real judaica chamada de “Casa de David”. Davi é importante para a cultura judaica, cristã e islâmica. No judaísmo é o Rei Davi e do povo judaico, descendente direto dele que será o Messias. No cristianismo, Davi é o ancestral do pai adotivo de Jesus, José, e no islamismo é conhecido como um profeta e rei de uma nação.
O Profeta Isaías teria vivido entre 765 e 681 a.C, sendo contemporâneo à destruição de Samaria pela Assíria e à resistência de Jerusalém ao cerco das tropas de Senaqueribe que sitiou a cidade com o exército assírio em 701 a.C..
Isaías foi o que mais falou do Messias e o anunciou com detalhes do cenário do seu nascimento, foi orientado por Deus a traçar os detalhes futuros do local e nascimento do salvador de Israel. O momento era de miséria e fome do povo de Israel, mais uma vez escravo do domínio à força violenta. Isaias ainda foi incumbido por Deus a avisar … “vou retirar tudo da face da Terra, não deixarei toco de árvores e deixarei 10% de vocês”
O povo de Israel espera por um líder que unirá a nação e o libertará. O tempo passa, os altos e baixos da nação hebraica acontecem no séculos posteriores, incluindo a construção do segundo Templo de Jerusalém.
Em 63 a.C, Pompeu conquista Jerusalém, está instalado o domínio romano.
No ano zero do calendário Gregoriano, nasce Jesus, seguindo o cenário traçado por Isaías e na descendência de Davi. Mais uma vez o povo sofre as violências de governantes e do invasor, transgredindo as Leis e costumes hebreus.
Em toda história da humanidade, não diferente à época de Abraão, 1850 anos antes do nascimento de Jesus, o povo de Israel, e todo os povos do oriente, são parte de um processo de experiências de guerras e dominações, estando o poder em trocas de mãos dominantes. O povo de Israel encontra a terra prometida, em sua história constrói o Templo e o reconstrói, glórias, exílios e dominações, mas, sempre com Deus à sua frente. A liberdade física, intelectual e religiosa já não basta, é a mais pura ilusão. A chegada de Jesus, o Cristo, e esta denominação traduzido do grego significa o ungido e do hebraico traduzido como o “Messias”, para muitos o Cristo é o iluminado, o ungido pelo próprio Deus e para os hebreus Ele não representa o Messias, o qual ainda é esperado até os dias de hoje.
A experiência de Jesus na face da terra é algo extraordinário, interfere na história da humanidade, sendo reverenciado no Livro Sagrado dos cristãos, a Bíblia, e no Livro Sagrado dos muçulmanos, o Alcorão. Jesus, o Cristo, não traz uma religião, mas a visão da vida espiritualizada, rumo à ressurreição para a vida eterna. A morte de Jesus acontece na época da Páscoa dos hebreus, na quinta-feira o próprio Jesus faz a ceia com pão ázimo e ervas amargas, e inaugura a ceia sagrada da Luz Divina, onde Ele se coloca como o Pão que alimenta e o Vinho, o sangue da vida eterna. Nesta última ceia, Jesus transmuta o material em Luz e declara que é seu corpo e sangue, está lançada a prática de transmutar.
Nas narrativas bíblicas, Jesus demonstra que a liberdade verdadeira está na eternidade da existência, está na presença do próprio Deus em nossas vidas, trazendo um novo mandamento, o Amor. Simplifica os mandamentos e leis humanas, remetendo à simplicidade do Amor Divino, sentir a dor do próximo, repartir com os necessitados, amar o próximo como a ti mesmo.
A Páscoa de Jesus, o Cristo, é passagem da escravidão à liberdade do espírito, somos eternos em Deus, e promete seu retorno. Fica nítido que Jesus inicia o processo de conexão da humanidade com a Divindade do Pai Eterno.
Na história da humanidade outros personagens importantes compõem o cenário rumo à libertação do espírito rumo a verdadeira Luz, tal como Siddhartha Gautama, também conhecido como Buddha ou Buda, que foi príncipe da região nordeste da Ásia Meridional, abandonando as riquezas e tornando-se professor espiritual e foi a base da fundação do Budismo. Na maioria das tradições budistas ele é considerado como o Supremo Buda (Sammāsambuddha) de nossa era, Buda significando o despertado ou iluminado. Os historiadores acreditam ter vivido por volta de 563 a 483 a.C. Jesus e Buda se assemelham em seus ensinamentos e princípios, exaltando valores espirituais, valores para a vida plena, na contra mão da humanidade que está com práticas materialistas e sem valores construtivos humanos.
A Páscoa de Jesus Cristo é a passagem da escravidão para a liberdade do Espírito, rumo a verdadeira Luz.
– Quarta Páscoa –
A primeira Páscoa leva à liberdade das trevas para a Luz, leva à Terra prometida onde o alimento é farto e eterno. A segunda Páscoa leva a liberdade físico e mental, ou intelectual, e religiosa, aos direitos humanos de liberdade de existir e organizar as próprias vidas, porém, em muitos momentos, constatamos que a liberdade de um povo transgride a liberdade de outros, impondo seus domínios.
A terceira Páscoa nos leva à liberdade do espírito, à conexão direta com nosso criador. Igualmente à anterior, povos e organizações transgridem a sua liberdade, impondo a outros povos as ditaduras das religiões. Estas transgressões não tiram os valores das Páscoas, pois existe a visão humana e a visão divina destes elementos. Tudo é perfeito no Universo, incluindo as imperfeições, a própria gestação humana, no útero materno, se inicia com elementos simples e aparentemente indefinidos e com o passar do tempo passamos a reconhecer o verdadeiro ser em gestação.
Observamos na evolução humana que foram 16 milhões de anos até a chegada em nossos dias. A humanidade passa por diversos modelos da evolução, fases da evolução, passamos primeiro pela fase de evolução física. Na sequência ficamos 1,5 milhões de anos na evolução física e praticando os movimentos motores como lascar pedras, foi a evolução do cérebro. Ficar de pé nos propiciou a evolução como conhecemos hoje, foram as diversidades dos movimentos motores que levaram à evolução do intelecto, obviamente com inúmeros fatores agregados. Aproximadamente nos últimos 300 mil anos, nesta forma homo sapiens, aprimoramos o intelecto, o pensar. Aproximadamente em 3500 a.C. os sumérios iniciam a era da escrita, foi a fronteira entre a história e a pré-história.
Nas pesquisas de tempo/espaço na Radiestesia Cósmica, constatamos que o processo de gestação humana passa por três fases, ou seja: material, cerebral ou neural, e espiritual, esta última iniciada há 26.000 anos antes de 21.12.2012 com a chegada das fagulhas Divinas. Constatamos que o espírito se conecta ao corpo físico e mental por volta da décima semana de gestação, primeiro concluí o sistema nervoso, o hardware, depois é colocado o espírito, o software, o script.
Constatamos ainda que o espírito não é eterno, ou seja, constatamos que a geometria do espírito se concluí algum tempo após a morte ou desencarne, e se transforma em geometria espacial, indicando a frequência do verdadeiro Ser de nossa existência, ou seja, o Ser de Luz Divina. Esta frequência são elipses anti-horárias, podendo ser simplesmente esférica, ou espacial. Na mensagem 52/2017 explicamos este desenvolvimento.
Constatamos que o Ser eterno é o Ser de Luz que somos, e o espírito é a programação da existência presente, o script do personagem neste teatro.
Comparando com o computador, o corpo é carcaça, o sistema eletrônico é o sistema nervoso, a mente e o programa são o espírito, o programador é o próprio Ser de Luz que somos, nesta fase da evolução do Ser, sendo que há um processo de preparação dos scripts em cada faixa evolutiva, Aqueles com frequências de 24 a 14 elipses (não Despertos), recebem seus scripts e tem livre arbítrio, os Despertos aqueles com frequências de 12 elipses ou menos, este não tem Livre arbítrio, pois de alguma forma participaram de seus scripts.
Neste Ser de Luz, o primeiro de quatro elementos (Luz, espírito, mente e físico), estão acumuladas todas as experiências anteriores, a vida na experiência humana alimenta nossa existência.
Neste século XXI foi iniciada a conexão do Ser de Luz com a existência presente, parte do processo de evolução, passamos a ampliar nossas percepções e entrar em contato com a Egrégora da humanidade, em formação. Consideramos que inconsciente coletivo é a conexão elétrica das mentes humanas, e Egrégora é a conexão dos Seres de Luz, esta conexão completada significará a conclusão do Ser Uno, da humanidade una, e seremos Um.
Jesus nos fala da verdadeira Luz, “conhecereis a verdadeira Luz e a verdade vos libertará”. A Luz da qual Ele fala é nossa essência divina, nossa verdadeira Luz, somos Seres de Luz vivendo esta experiência espiritual humana. A verdade está em nós, em nosso íntimo, e os olhos que vêm a verdadeira Luz não são os físicos/humanos e sim os olhos do Ser de Luz que somos. Temos em nós todas as informações do Universo, registros infinitos que poderemos acessar como Ser de Luz que somos.
No dia 08 de agosto de 2008 foi concluída a remoção dos seres em trevas que vieram de fora do planeta, estes estavam em processo de regeneração. Estes seres com ausência e Luz estão em plena recuperação, graças à frequência da Criança da mulher no deserto (Apocalipse). Passando na sequência à remoção dos seres com baixa frequência no interstício (24 à 14 elipses) e na sequência seres em trevas gerados no planeta, os quais não estão conectados às experiências humanas. Estamos no momento da separação do joio do trigo, estamos garantindo aos seres retirados a oportunidade de continuidade e nova vida, em outro planeta.
Na Páscoa de 2011 o Arcanjo Miguel comunica a preparação da agora quarta Páscoa, a passagem da escravidão da ignorância para a liberdade da Luz. Este processo de libertação será traçado por mudanças intensas na humanidade, não há que se falar em limpezas ou purificações, mas, em um movimento amoroso de acolhimento e da criação, bem como dos criadores. Sempre um movimento de vida e não de morte, sempre um movimento de perdão e não de vinganças.
O próprio Arcanjo Miguel e muitos Anjos e Arcanjos da Missão Terra estão atualmente encarnados e trabalhando ombro a ombro com os Despertos, Anjos e Arcanjos gerados na Terra.
Nesta Páscoa, os Seres de Luz da humanidade estarão se reconhecendo eampliando sua percepção. O Seres de Luz com potencial de mudanças, Seres Cristais e Índigo, estavam em plena atividade até 21.12.2012, repito não se trata de movimentos violentos, mas, de Luz, Paz e Harmonia. Em fevereiro de 2008 chega o primeiro Ser Diamante e em 2014 um “hormônio” acelera a evolução dos Despertos e começa a ascensão de muitos para se transformarem em Diamantes por evolução, seres com frequência de três elipses anti-horárias esféricas e intensidade até a horizontal.
A separação final para transferência ao novo planeta, será daqueles que se apoiam na sua base de pensamento material, dos medos, vaidades e paixões.
Aqueles com frequências de 24 a 14 elipses e prováveis seres com ausência de Luz.
Deus fala com os Seres de Luz na primeira Páscoa, e todos se apresentaram voluntariamente para gerar vida plena e abundante.
Deus fala com Moisés, e este não recua à sua missão, mesmo com todas as dúvidas e medos, leva o povo de Israel à libertação da sua escravidão.
Deus manda seu Filho especial, Jesus e este também fala com Deus, e mesmo com suas dúvidas e medos leva ao movimento de libertação da escravidão.
Deus fala conosco a cada dia, nos dá instrumentos e capacidade de ampliar nossa Essência Divina, pois verão a verdadeira Luz e a verdade vos libertara, permitindo nos conectar à Luz Divina que somos, remetendo-nos a cumprir nossas missões em caminhos ásperos.
Serão tempos de ajustes, filhos e pais em conflitos, movimentos físicos de ajuste do planeta na geometria cósmica, doenças sem diagnósticos e curas em casos sem perspectivas. Não há que se falar em cura e sim em ordem, colocar ordem no caos, colocar ordem onde há trevas e ausência de vida.
Neste ano do Grande Salto teremos os Seres da Missão iniciando a passagem do bastão, entregando a Terra, a Nova terra, aos seus verdadeiros donos.
Ocorreram mudanças profundas no sistema de frequências em todo o Universo, estamos vivendo a Era da Geometria Ómega, sem frequências, ou intensidades, uma geometria espetacular que altera profundamente a existência de todos em todo o Universo, logo, entre Seres de Luz e humanos. Estarei detalhando este tema.
Felizes os que vêm e os que ouvem, pois estão com sua capacidade de Luz ativa. Estarão em contato direto com os Anjos e Arcanjos, e com Seres de Luz de fabulosa existência, tais como Jesus ou Sananda, e tantos outros. O simples conhecimento de fatos e mensagens não torna alguém apto à estes dias, o que valerá é o seu processo de evolução nesta gestação Divina em meio uterino da humanidade. Não há que se falar de evoluídos ou não, todos são o que são e todos chegarão à Luz plena, é somente uma questão de tempo.
Esta Páscoa é a passagem da escravidão para a liberdade da Luz Divina, a verdadeira Luz.
Não há que se falar de acreditar ou não nestas Quatro Páscoa, ampliem suas percepções mais que suas divagações mentais e sintam em seu íntimo a verdade libertadora. Diria aos alunos da Radiestesia Cósmica, da Arte Shitall, usem seus pêndulos, busquem as frequências deste texto e seus objetivos.
Recebam nossas saudações de Luz, de Paz e de Harmonia.
ASH
Ash/Sergio Hornink
Anjos e Arcanjos da Missão Terra.
03.04.2021 / 10.04.2025
Honra e Glória ao Criador do Universo
Este texto e todos os demais são editados na Egrégora.
Esta mensagem foi basicamente escrita em 2011, e ampliada em 2025, quem tem olhos enxergará…
A verdadeira LUZ, sempre presente em textos de profundas mensagens à humanidade.